Do “tem?” até o livro separado no balcão
O título, o nome da cliente e o horário abaixo são inventados, só para mostrar o jeito. Preço e prazo de encomenda o atendente não inventa: quem confirma é a loja.
“O Segredo do Rio Jacuí” · encomendar · Carla
Não tinha na prateleira e ela quer encomendar. Falta: confirmar prazo e valor com a distribuidora e responder a ela.
Carla · retira amanhã de manhã
O livro já está separado. Ninguém do balcão precisou parar para responder.
As perguntas que se repetem o dia todo
Cada uma tem resposta de sempre. O atendente cuida delas, e o balcão fica com quem está na loja.
Responde se tem. Se não tem, oferece encomendar e anota o pedido.
Responde sozinho. E quando o balcão marca que chegou, avisa a pessoa antes de ela perguntar.
A família manda a foto da lista. Ele separa o que tem e o que precisa encomendar.
Mangá, quadrinho, coleção: anota quem pediu para ser avisado e avisa só essas pessoas quando chega.
O que ele não resolve sozinho
Nestes casos, o atendente passa a conversa para alguém da loja, com o resumo pronto:
- preço e prazo de encomenda (quem confirma é a loja)
- desconto, troca ou reclamação
- pedido de escola, empresa ou órgão público
- qualquer pessoa que peça para falar com alguém da loja
Para saber o que tem na prateleira, ele sobe de nível conforme vocês quiserem, sem prometer o que a loja não tem:
- Lista fixa. Os títulos e coleções que a loja sempre tem, escritos uma vez. Ele diz “costuma ter, confirmo com a loja”.
- Planilha do que chegou. Alguém da loja atualiza o que entrou, e o atendente consulta.
- Ligado ao sistema de vocês. Só se o sistema da loja permitir.
Quer ver com os livros de vocês?
Uma conversa de 20 minutos, e a gente mostra o atendente respondendo com títulos reais da Nascente.
Chamar a Obralivre no WhatsApp